
Roubei" esta imagem daqui, achei um desafio engraçado! Aí estão inseridos referências a 100 filmes e vocês só têm que os descobrir...
Boa sorte!!!
Para os mais curiosos.

A história é simples, a fonte de energia da cidade dos monstros é gerada pelos sustos pregados às crianças do "nosso" mundo. Quanto maior o susto maior a energia. Mas o que as crianças não sabem é que o maior pesadelo dos monstros é ser contaminado (ou seja, ter qualquer contacto com as crianças) por uma delas. Imaginem então o caos que se instala quando uma das crianças aparece em "Monstrópolis"... Um filme divertido, leve, onde há os monstros bons e os maus (adivinhem lá quem é que vence no final?!). Monsters, Inc!
Na continuação do post anterior e já mais bem disposta.
Esta semana estou sem inspiração para a escolha de um filme por isso decidi falar sobre um que vi há pouco tempo e que por várias razões mexeu comigo. Eu não sou muito dada ao "êxitos de bilheteira" mas há alguns que surpreendem, este foi um desses casos. Apresento-vos Closer.

Quem não se lembra de Toto, esse menino com cara de anjo e alma de diabrete (ou será o contrário?!). Toto, agora um homem, recebe a notícia do falecimento do seu grande amigo Alfredo, o projecionista do cinema da aldeia onde tinha nascido. Toto regressa à sua aldeia natal e, em forma de lembrança, revê toda a sua infância e juventude (tempo do pós-guerra em Itália) passadas nesse mesmo cinema tendo Alfredo como seu "mestre". Vêm à memória o início da paixão pelo cinema, as travessuras de infância, os (des)amores de adolescência, histórias por terminar...
O filme chama-se "Fresa y Chocolate" do realizador Tomas Gutiérrez Alea. Baseado na obra literária "El Lobo, el bosque y el hombre nuevo" de Senel Paz, música maravilhosa de José María Vitier, passa-se em Cuba e retrata, precisamente, a sociedade cubana por volta dos anos 70; os preconceitos, a religião, a censura (sobre toda e qualquer forma de criação artística), os E.U.A. visto como o inimigo.




A loucura é total, parece que todos se conhecem. Tinham-me dito que era um mar de gente na rua mas nunca pensei que fosse tanta...
E seja de que forma, ou onde for,em casa à janela ou num barco nos canais, o que é presico é aproveitar este dia fantástico!
E quando dizem que se vende de tudo na rua,
não estão a brincar...